quarta-feira, 5 de setembro de 2012

P-40C Tomahawk

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O Curtiss P-40 Warhawk  voou pela primeira vez em 1938, e foi usado em grande número durante a Segunda Guerra Mundial. 13 738 P-40s foram produzidos; e usados por 28 países(inclusive o Brasil) até 1948.
Entre 1941 e 1944, o P-40 teve um papel crucial com as forças aéreas aliadas em cinco grandes teatros da guerra: China; Mediterrâneo; Sudeste da Ásia; Sudoeste do Pacífico e na Europa Oriental.
O P-40 teve o seu batismo de fogo com os esquadrões na Força Aérea do Deserto do Império Britânico , em agosto de 1942. A fraca performance a grandes altitudes do P-40 não era crítica no Norte da África e Médio-Oriente. O 112º Esquadrão da R.A.F. foi o primeiro a pilotar Tomahawks no Norte da África. Este esquadrão copiou as famosas bocas de tubarão, utilizadas pelos caças-bombardeiros Messerschmitt Me 110 Zerstörer, da Luftwaffe, e a marca foi posteriormente adotada pelos P-40 pertencentes à esquadrilha Tigres voadores na China.
O P-40 possuía uma boa agilidade, principalmente a altas velocidades.
Era uma aeronave bem simples, mas tinha uma estrutura muito forte, incluindo asas com sete longrinas, que permitiam que o P-40 sobrevivesse a colisões parciais em voo, com outros caças inimigos, documentadas (alguns desses casos foram considerados como vitórias pela RAF e pela VVS).
O raio de ação operacional era bom pelos padrões do início da guerra melhor que o do Supermarine Spitfire e do Messerschmitt BF-109, mas inferior ao do A6M Zero, Ki-43 Oscar, e dos posteriores caças P-38 Lightning e P-51 Mustang.
O P-40 era bem armado e blindado. Ele podia carregar uma carga moderadamente eficaz para ataques ao solo, era semi-modular o que facilitava a sua manutenção, e tolerava até as piores condições, lutando em qualquer lugar, dos desertos do Norte da África às matas da Nova Guiné, das tórridas Índias Orientais Holandesas, ao clima polar da União Soviética e do Alaska.

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